Buffet Real: A Ostentação de Luxo às Custas de Calote.

Tivemos a infelicidade e a ingenuidade de acreditar numa espécie de campanha promovida pelos proprietários dessa empresa e descobrimos, muito tardiamente, que acabamos vítimas de uma armação, com um único propósito: se apossarem dos nossos recursos para promoverem o seu negócio, às nossas custas.

O modus operandi

Todos os membros da família se alternaram, numa ação orquestrada, ostentando uma pseudo estrutura familiar bem sucedida, na qual todos  supostamente atuavam com sucesso e, assim, nos procuraram para alugarem a nossa casa.

Como estratégia para nos convencer da suas falsas idoneidades, mostraram que promoviam grandes eventos e que mantinham contratos milionários com grandes empresas e órgãos públicos de Brasília, alegando que mantinham um faturamento mensal da ordem de r$ 200.000,00.

Ingenuamente caímos nessa ardileza e acabamos fechando um contrato de aluguel com eles de dois anos. No entanto, pagaram apenas 5 meses, ainda que irregularmente e sempre atrasado e, a partir daí, deram início à segunda fase da estratégia vigarista: Começaram a nos enrolar e mentir, usando todos os falsos argumentos imagináveis, enquanto permaneciam no imóvel, ostentando e usando a estrutura e os recursos da nossa própria casa para faturar, sem pagar um único centavo mais.

Enquanto isso, pelas redes sociais acompanhávamos as suas promoções de fabulosos eventos e festas faraônicas, faturando alto às custas dos nossos recursos. Vejam exemplo de alguns dos mega eventos produzidos por eles clicando neste link.

Ainda influenciados pela falsa campanha de autopromoção deles, na qual ostentaram uma estrutura empresarial muito bem sucedida, chegamos a aceitar passivamente e ingenuamente propostas de renegociação dos aluguéis atrasados. Mas logo depois percebemos que não passavam de estratégias para prolongarem o calote, pois jamais cumpriram nenhuma das condições que eles mesmos propuseram. Vejam as suas equipes de trabalho em ação, durante os mega eventos, clicando neste link.

 

A conduta desumana.

Contudo, a pior de toda essa trama, é que o pagamento desse aluguel era a única forma de minha família se sustentar e pagar aluguel em outra cidade, onde vivíamos com uma filha de 2 anos, enquanto minha esposa tentava  conseguir se formar num curso superior.

Mesmo tendo conhecimento dessa realidade desde antes de assinar o contrato conosco (na ocasião, nós deixamos isso muito claro para eles), eles não demonstraram sequer um mínimo de sensibilidade ou de humanidade. A partir do momento que passaram a operar o calote, ignoraram friamente essa nossa situação. Pelo contrário, tentavam sempre sobrepor os caprichos particulares da família acima da nossa dramática realidade.

Proprietários de um fabulosos acervo de utensílios de alto luxo, tais como pratarias importadas, porcelanas e cristais, quando solicitávamos o adiantamento de alguma parcela dos aluguéis atrasados, pelo menos que nos permitisse evitar o nosso despejo, alegavam que estavam em estado de penúria. No entanto, vejam uma parte do patrimônio clicando neste link

E  mesmo sabendo que com esse calote estavam levando a minha família e todos nossos planos de vida à ruína de maneira irreversível, se mantiveram impassíveis, levando adiante o seu propósito ambicioso de continuar faturando alto, utilizando nosso imóvel, sem pagar nada.

E, assim, permaneceram na casa por mais seis meses sem pagar, sequer, água ou energia e, pior, impedindo que nós tentássemos mostrar o imóvel para outras pessoas interessadas em alugá-lo após a saída deles. Mentiam que estavam viajando ou que a casa estava fechada, enquanto víamos pelas câmeras, eles em plena atividade dentro da casa.

Apenas conseguimos retirá-los do imóvel, quando contratamos um advogado, que entrou com uma ação de despejo. Mesmo assim, deixaram a casa em estado deplorável (Vejam neste link), saíram nos maldizendo e nos bloquearam em todas as redes sociais, para não terem, sequer, de se lembrarem da desgraça que nos causaram e, pior, deixaram a casa abarrotada de entulhos, restos de obras e sujeira, além de não realizarem a pintura que estava prevista em contrato.

Em consequência desse golpe maldito, acabamos despejados do apartamento onde vivíamos, uma vez que, ao tentarmos um empréstimo para conseguir manter por algum tempo a nossa moradia, descobrimos que o meu nome e da minha esposa estavam negativados no SPC e Serasa, pois eles não pagavam contas de água e luz, conforme era prevista no contrato. Com isso, os quatro anos de curso que minha esposa vinha realizando, foram interrompidos, possivelmente em caráter irreversível e minha filha retirada da escolinha.

Com a casa abarrotada de entulhos, lixo e restos de obras e a pintura danificada, tornou-se impossível alugá-la para outro inquilino, já que , além de terem usurpado nossa renda ao longo de 6 meses, nos deixado totalmente descapitalizados e falidos, ainda eliminaram a possibilidade de obter crédito para realizar a pintura e limpeza da casa, deixando nossos nomes negativados no SPC. Assim, consumaram contra minha família, o mais perverso golpe de nossas vidas.

 

Má fé sempre

Estranhamente, ao serem acionados na justiça para pagarem o que devem e, pelo menos, adiantarem algum valor que pudesse salvar a eminente derrocada dos planos da minha família, contrataram um advogado para se defenderem e, assim, sustentarem o seu maldito calote.

 

Os Responsáveis

 A firma Buffet Real Ltda, CNPJ 23374932000108, foi constituída em 2015 com um capital social de R$200.000,00 pelos sócios Amanda Nathielly Silva e Francisca Do Nascimento Silva, tendo também como executivo da empresa o senhor Paulo Honório Júnior, além de um corpo administrativo constituído por consultores, contadores e gerentes da área de produção.

Tem como nome de fantasia Francisca Buffet e tem como atividade principal a prestação de serviços de organização de feiras, congressos, exposições e festas, convenções, conferências e exposições comerciais e profissionais, incluindo o fornecimento de pessoal para operar a infra-estrutura, a gestão de espaço para exposição para uso de terceiros.